quinta-feira, 5 de julho de 2012

Olha aí, pessoas: a música ajudando a ajudar mais uma vez!

No ritmo da inclusão social

O pedagogo Paul Lafontaine ensina bateria para adolescentes com
síndrome de Down e paralisia cerebral
                                                              Notícias de 5 de julho de 2012

       Estudos com neuroimagens mostram que a música ativa sistemas cerebrais relacionados à linguagem, à emoção e ao movimento. Batidas rítmicas e sons facilitam interações sociais, como marchar ou dançar juntos, influem no humor e estimulam a cognição. O pedagogo Paul Lafontaine apostou nas aulas de bateria para estimular a coordenação motora e a concentração dos 12 adolescentes com deficiência intelectual que participam do projeto Alma de batera (http://almadebatera.carbonmade.com/), na comunidade Monte Azul, na periferia de São Paulo.
       
     As oficinas são semanais e os alunos se revezam nas duas baterias do professor, doadas por uma marca de instrumentos musicais.

       “A percussão ajuda a desenvolver a cognição e a intuição. Além disso, a sensação de tocar aumenta a autoestima”, diz o pedagogo, que cita o caso de uma aluna com paralisia cerebral que toca sem movimentar as pernas. “Os pais dela tentaram interessá-la por outros instrumentos, mas ela só queria aprender bateria”, conta.
     O projeto está inscrito no site de financiamento coletivo Movere.me – a meta é atingir 22 mil reais para capacitação de professores para jovens com deficiência no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. Para ajudar a levar o prazer da música para mais adolescentes, basta clicar:



Matéria disponível em 5/7/12 em:
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/no_ritmo_da_inclusao_social.html#.T_Wj0pgg5wk.facebook

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