quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Notícias sobre a nossa pobre Educação Musical

Artigo da REVISTA EDUCAÇÃO - EDIÇÃO 164


Problemas de harmonia

  O ensino de música se tornará obrigatório a partir de agosto de 2011. Até o momento, faltam professores com formação adequada e projetos pedagógicos com reflexão mais aprofundada sobre os conteúdos a serem ministrados.

                                           Lucie Ferreira
                                     

  No livro Música, cérebro e êxtase: como a música captura nossa imaginação, o pianista e compositor Robert Jourdain escreve que nada exige tanto do cérebro quanto o desempenho musical: centenas de músculos se articulam em uma coreografia, o olhar se fixa em partituras e instrumentos, ouvidos interpretam notas musicais, memórias e emoções planejam e administram passagens inteiras. Ou seja, tocar um instrumento põe em ação uma verdadeira orquestra fisiológica.

  Pois os caminhos que indicam como trabalhar com essa orquestra estarão em jogo a partir de agosto de 2011, quando entra em vigor a Lei 11.769, sancionada em agosto de 2008, que torna a música conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do currículo da Educação Básica. Na prática, como a lei dá prazo de três anos letivos, isso deve efetivamente ocorrer no início do ano letivo de 2012.

  Demanda de educadores, músicos e jornalistas que orbitam em torno do universo das artes em geral, a campanha pela obrigatoriedade não conseguiu emplacar, no entanto, o pedido de que houvesse profissionais com formação específica para ministrar seus conteúdos. O parágrafo que especificava a questão foi vetado, por recomendação do Ministério da Educação acatada pela Presidência da República. A razão: seria difícil estabelecer o que seria essa formação específica em atividade fartamente enraizada nas práticas sociais do país.

Professores em falta
  A qualificação de professores de música ainda é um ponto delicado e desigual. Segundo Maria Corrêa da Silva, alguns estados têm professores com formação adequada, outros não. Assim, a saída seria estabelecer parcerias com outras instituições, como secretarias de cultura, para o ensino conjunto da disciplina. "É preciso ter profissionais com formação na área para um trabalho mais efetivo. Por isso, é necessário garantir formação superior, teórica e técnica aos professores."

Os alvos para caminhar

  Em seu 19º congresso anual, cujo término foi no início de outubro, a Associação Brasileira de Educação Musical (Abem) priorizou a discussão sobre como a Lei 11.769 deve ser encaminhada, considerando o contexto da educação nacional e o pouco espaço e valor reservados ao ensino das artes (música, teatro, artes visuais e dança).
  "É preciso que crianças, jovens e adultos possam aprender música, apreciar a cultura musical, ter alternativas profissionais na cadeia produtiva da música e se tornarem cidadãos inseridos em contextos criativos, inovadores e partícipes da construção do patrimônio cultural nacional", ressalta a presidente da Abem, a docente da Universidade Federal do Paraná Magali Kleber.

Leia esta reportagem na íntegra no link:

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O PODER DA MÚSICA SE FAZ PRESENTE MAIS UMA VEZ!
Aliviando a dor da perda, alegrando, consolando...



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ENCHENTES EM SÃO LUÍS DO PARAITINGA

FONTE: JORNAL DA TARDE DE 10.01.10 - SÃO PAULO

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Olá queridos amigos,
eis aqui mais uma reportagem bacana sobre a
MUSICOTERAPIA
Rede Globo-RJ 19/09/06

E você? Já teve alguma experiência curativa através da música?

Se puder compartilhar comigo, coloque em "comentários", logo abaixo.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Notícias sobre Musicoterapia
Aos meus seguidores, aos colegas e amigos da Faculdade - FPA, da UFSCar, da FMU, do Instituto Evoluir e de Arautos:
Vejam esta reportagem que foi ao ar pela Rede Globo em 20 de novembro de 2009.
Desta vez tivemos um segmento inteirinho. Foi bastante interessante
e esclarecedor. Vamos assistir: