terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Musicoterapia e Cuidados Integrativos


MEDICINA INTEGRATIVA - TERAPIAS INTEGRATIVAS  MUSICOTERAPIA

      Aos poucos, a medicina integrativa ganha evidências cientificas e vence a resistência de profissionais mais ortodoxos. “Ela propõe um resgate das práticas mais antigas sem negar os avanços da medicina convencional”, define o médico Paulo de Tarso Lima, coordenador do Grupo de Medicina Integrativa do Hospital Israelita Albert Einstein.
      Esse modelo tem raízes na concepção milenar de saúde dos orientais. “Entendemos que o processo de cura não depende de um procedimento, mas da reação do organismo. As terapias são ferramentas para que se restabeleça  o equilíbrio e o paciente se recupere”, diz Lima. Daí     porque se prefere o termo “integrativo” a “alternativo”: a proposta não é trocar um tratamento por outro, mas analisar qual deles ou que combinação teria melhor resultado, sem perder de vista a necessidade de oferecer conforto num momento penoso:
      “Se pensarmos em alguém com câncer, não podemos tratar apenas o tumor. É preciso considerar outras demandas desse pacientes, como questões emocionais, espirituais e familiares. Nesse contexto, terapias complementares ajudam a minimizar a dor, a ansiedade ou depressão e até efeitos colaterais dos tratamentos convencionais”, diz Plínio Cutait, responsável pelo serviço de cuidados integrativos do Hospital Sírio Libanês, que lança mão de reiki, acupuntura, meditação e outras técnicas.        
                          
              
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário