. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ESPAÇO SONS DO CORAÇÃO - Terapia e Educação Musical . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Na Prevenção, Na Reabilitação, Na Promoção da Saúde e do Desenvolvimento Humano através de Experiências Musicais - Técnicas de Cuidados Integrativos - Musicalização Terapêutica **** Atendimento Individual e Grupos ****
A musica cuida... Traz conforto, é como um abraço, que pode levar a um momento de cura."
domingo, 2 de janeiro de 2011
MUSICOTERAPIA E GESTAÇÃO
Musicoterapia é a utilização da música e dos elementos musicais (som, ritmo, melodia e harmonia) num processo estruturado para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e a organização (física, emocional, mental, social, cognitiva e espiritual) para desenvolver potenciais e desenvolver ou recuperar funções do individuo de forma que ele possa alcançar melhor integração intra e interpessoal e conseqüentemente uma melhor qualidade de vida. Definição da Federação Mundial de Musicoterapia.
Veja mais sobre esse trabalho de musicoterapia com gestantes no link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=_MZYyQ1xW-U
Esses bebês terão uma canção especialmente feita para eles e que poderá ser utilizada em momentos especiais em seu futuro para que ele sempre se lembre de quem é.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Notícias sobre a nossa pobre Educação Musical
Artigo da REVISTA EDUCAÇÃO - EDIÇÃO 164
Problemas de harmonia
O ensino de música se tornará obrigatório a partir de agosto de 2011. Até o momento, faltam professores com formação adequada e projetos pedagógicos com reflexão mais aprofundada sobre os conteúdos a serem ministrados.
Lucie Ferreira
No livro Música, cérebro e êxtase: como a música captura nossa imaginação, o pianista e compositor Robert Jourdain escreve que nada exige tanto do cérebro quanto o desempenho musical: centenas de músculos se articulam em uma coreografia, o olhar se fixa em partituras e instrumentos, ouvidos interpretam notas musicais, memórias e emoções planejam e administram passagens inteiras. Ou seja, tocar um instrumento põe em ação uma verdadeira orquestra fisiológica.
Pois os caminhos que indicam como trabalhar com essa orquestra estarão em jogo a partir de agosto de 2011, quando entra em vigor a Lei 11.769, sancionada em agosto de 2008, que torna a música conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do currículo da Educação Básica. Na prática, como a lei dá prazo de três anos letivos, isso deve efetivamente ocorrer no início do ano letivo de 2012.
Demanda de educadores, músicos e jornalistas que orbitam em torno do universo das artes em geral, a campanha pela obrigatoriedade não conseguiu emplacar, no entanto, o pedido de que houvesse profissionais com formação específica para ministrar seus conteúdos. O parágrafo que especificava a questão foi vetado, por recomendação do Ministério da Educação acatada pela Presidência da República. A razão: seria difícil estabelecer o que seria essa formação específica em atividade fartamente enraizada nas práticas sociais do país.
Professores em falta
A qualificação de professores de música ainda é um ponto delicado e desigual. Segundo Maria Corrêa da Silva, alguns estados têm professores com formação adequada, outros não. Assim, a saída seria estabelecer parcerias com outras instituições, como secretarias de cultura, para o ensino conjunto da disciplina. "É preciso ter profissionais com formação na área para um trabalho mais efetivo. Por isso, é necessário garantir formação superior, teórica e técnica aos professores."
Os alvos para caminhar
Em seu 19º congresso anual, cujo término foi no início de outubro, a Associação Brasileira de Educação Musical (Abem) priorizou a discussão sobre como a Lei 11.769 deve ser encaminhada, considerando o contexto da educação nacional e o pouco espaço e valor reservados ao ensino das artes (música, teatro, artes visuais e dança).
"É preciso que crianças, jovens e adultos possam aprender música, apreciar a cultura musical, ter alternativas profissionais na cadeia produtiva da música e se tornarem cidadãos inseridos em contextos criativos, inovadores e partícipes da construção do patrimônio cultural nacional", ressalta a presidente da Abem, a docente da Universidade Federal do Paraná Magali Kleber.
Leia esta reportagem na íntegra no link:
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
Notícias sobre Musicoterapia
Aos meus seguidores, aos colegas e amigos da Faculdade - FPA, da UFSCar, da FMU, do Instituto Evoluir e de Arautos:
Vejam esta reportagem que foi ao ar pela Rede Globo em 20 de novembro de 2009.
Desta vez tivemos um segmento inteirinho. Foi bastante interessante
e esclarecedor. Vamos assistir:
sábado, 26 de dezembro de 2009
Natal Solidário
Vejam o meu grupo de Danças Circulares Sagradas!
Foi o primeiro Natal Solidário da "Equipe Event'Arautos", no Tatuapé, em São Paulo.

Apreciem algumas imagens da nossa Festa!
Abaixo está o filme da nossa dança "Monograma de Cristo" - Clique na flecha para assistir

Clique na flecha para assistir o vídeo
do André tocando com a ajuda da Mariana...
Foi o primeiro Natal Solidário da "Equipe Event'Arautos", no Tatuapé, em São Paulo.
Apreciem algumas imagens da nossa Festa!
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do André tocando com a ajuda da Mariana...
Acima Nossa Prof ª de Yoga cantora - Clique na flecha para assistir
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Trabalho da UFSCar... Ah! Saudades...

O papel da Educação Musical na melhoria do ambiente sonoro[1]
Helena Peters Rodrigues[2]
Resumo
As máquinas maravilhosas do mundo moderno vieram auxiliar o ser humano em tarefas exaustivas e extenuantes, que ficaram no passado. E isso é muito bom. Mas, como tudo tem seu preço, o homem está cada vez mais estressado em meio a parafernália barulhenta. Este artigo tem como objetivo conscientizar a todos sobre o benefício do silêncio.
Palavras Chave: música; meio ambiente; paisagem sonora hi-fi; paisagem sonora low-fi; silêncio; percepção; corpo e escuta.
Abstract
The wonderful machines of the modern world came to help human beings in exhaustive and exhausting task, which have been in the past. And that is very good. But as everything has a price, the man is increasingly stressed among a noisy paraphernalia. This article aims to educate everyone about the benefits of silence.
Key Words: Music; Environment; Low and high Soundscape; Silence; Perception; Body; Listening.
Introdução
Em nossa formação em Educação Musical, temos aprendido que o silêncio é a prerrogativa mais importante do som. Se não houvesse silêncio para entender o som haveria um grande borrão sem significância. O meio ambiente do mundo atual apresenta uma paisagem sonora[3] cujo perfil foi enquadrado por pode ser enquadrado “hi-fi” e “low-fi”, que significam respectivamente, qualidade natural do som sem profusão de ruídos instituídos pelo homem e o som poluído característico da vida metropolitana.
O corpo humano está sendo afetado em sua saúde, devido ao efeito maléfico da “low-fi”. A percepção e a escuta humana está sofrendo de estresse permanente na vida cotidiana. Isso pode ser percebido por qualquer pessoa que vá passar um dia num lugar mais afastado da cidade, numa fazenda ou em alguma cidadezinha do interior. Ali poderá ouvir as sonoridades bem delineadas de cada fenômeno da natureza, como um regato, uma cachoeira, um pássaro ou simplesmente de uma folha caindo.
O silêncio faz bem para o nosso corpo!
O silêncio é necessário para o descanso do corpo. Em primeiro lugar, é preciso estar conscientes do benefícios do silêncio, bem como dos malefício do barulho. Precisamos ter essas sensações e percepções em nosso próprio corpo para depois podermos transmitir isso para os nossos alunos. É interessante começar a ensinar nossos pequenos a sentir a delícia de uma paisagem sonora “hi-fi”.
Como resgatar o silêncio?
A criatividade dos professores deverá ser estimulada num programa de conscientização sonora. Através de palestras e filmes condizentes com o assunto; relaxamentos específicos para essa finalidade, audição de músicas de boa qualidade num ambiente silencioso, será possível conscientizar os educadors. Só assim, eles poderão passar a idéia da necessidade de projetarmos um ambiente de alta fidelidade para seus alunos e consequentemente, a população.
Referências
Livro Eletrônico da disciplina.
[1] Artigo elaborado para a disciplina de Tópicos em Educação, Cultura e Soiedade – Prof Eduardo Néspoli
[2] Helena Peters Rodrigues – aluna cursando 5º semestre de Educação Musical – Universidade Federal de São Carlos – UFSCar Virtual
[3] Ambiente acústico, quaisquer que sejam as sonoridades.
Helena Peters Rodrigues[2]
Resumo
As máquinas maravilhosas do mundo moderno vieram auxiliar o ser humano em tarefas exaustivas e extenuantes, que ficaram no passado. E isso é muito bom. Mas, como tudo tem seu preço, o homem está cada vez mais estressado em meio a parafernália barulhenta. Este artigo tem como objetivo conscientizar a todos sobre o benefício do silêncio.
Palavras Chave: música; meio ambiente; paisagem sonora hi-fi; paisagem sonora low-fi; silêncio; percepção; corpo e escuta.
Abstract
The wonderful machines of the modern world came to help human beings in exhaustive and exhausting task, which have been in the past. And that is very good. But as everything has a price, the man is increasingly stressed among a noisy paraphernalia. This article aims to educate everyone about the benefits of silence.
Key Words: Music; Environment; Low and high Soundscape; Silence; Perception; Body; Listening.
Introdução
Em nossa formação em Educação Musical, temos aprendido que o silêncio é a prerrogativa mais importante do som. Se não houvesse silêncio para entender o som haveria um grande borrão sem significância. O meio ambiente do mundo atual apresenta uma paisagem sonora[3] cujo perfil foi enquadrado por pode ser enquadrado “hi-fi” e “low-fi”, que significam respectivamente, qualidade natural do som sem profusão de ruídos instituídos pelo homem e o som poluído característico da vida metropolitana.
O corpo humano está sendo afetado em sua saúde, devido ao efeito maléfico da “low-fi”. A percepção e a escuta humana está sofrendo de estresse permanente na vida cotidiana. Isso pode ser percebido por qualquer pessoa que vá passar um dia num lugar mais afastado da cidade, numa fazenda ou em alguma cidadezinha do interior. Ali poderá ouvir as sonoridades bem delineadas de cada fenômeno da natureza, como um regato, uma cachoeira, um pássaro ou simplesmente de uma folha caindo.
O silêncio faz bem para o nosso corpo!
O silêncio é necessário para o descanso do corpo. Em primeiro lugar, é preciso estar conscientes do benefícios do silêncio, bem como dos malefício do barulho. Precisamos ter essas sensações e percepções em nosso próprio corpo para depois podermos transmitir isso para os nossos alunos. É interessante começar a ensinar nossos pequenos a sentir a delícia de uma paisagem sonora “hi-fi”.
Como resgatar o silêncio?
A criatividade dos professores deverá ser estimulada num programa de conscientização sonora. Através de palestras e filmes condizentes com o assunto; relaxamentos específicos para essa finalidade, audição de músicas de boa qualidade num ambiente silencioso, será possível conscientizar os educadors. Só assim, eles poderão passar a idéia da necessidade de projetarmos um ambiente de alta fidelidade para seus alunos e consequentemente, a população.
Referências
Livro Eletrônico da disciplina.
[1] Artigo elaborado para a disciplina de Tópicos em Educação, Cultura e Soiedade – Prof Eduardo Néspoli
[2] Helena Peters Rodrigues – aluna cursando 5º semestre de Educação Musical – Universidade Federal de São Carlos – UFSCar Virtual
[3] Ambiente acústico, quaisquer que sejam as sonoridades.
domingo, 1 de novembro de 2009
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